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Lição de Vida de Aron Ralston (127 horas)

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  Superar nossos limites.  Acreditar no que temos de mais espontâneo e original que é a nossa força de vontade de superar cada problema,  cada obstáculo dono do aprendizado. Entender que nada deve ser descartado ou até mesmo subestimado,  nem mesmo nossas fraquezas. É preciso compreender nossa capacidade que se renova diariamente  estimulada por nossos sonhos, idealizações e anseios que são ilimitados.   É necessário eliminar o que nos oprime, o que nos intimida.  Ignorar nosso egoísmo, nossa individualidade, para simplesmente permitir que nosso coração veja e sinta  o que o próximo tem a nos dedicar. Sabemos muito pouco do nosso tempo em vida, do que será o dia de amanhã.  Na verdade não sabemos nada, absolutamente nada. E assim deixamos a vida nos levar. Não é para ser assim.  Precisamos agir e ser responsáveis por estímulos e não somente reagir ou ser passivo  tornando as coisas indiscutíveis.   Por que custamos a entender ...

Um novo sabor.

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  Definitivamente o amargo não me pertence nem faz questão de permanecer em mim, ainda que tome diversas doses diárias dessa sensação. Acho que aprendi sim a dar a outra face e não sei se me fez ser menos ou mais receptiva. Sei que me sinto bem melhor. Ele simplesmente evapora, se dissolve, se desintegra. Aquele gostinho doce sempre sobressai de todas as lembranças e emoções. Sempre fica um pouco de querer mais e não tudo, e em outras vezes, de querer tudo e não se bastar com apenas “um pouco mais”. E me resta essa essência de tudo que um dia foi judiado, não compreendido, não correspondido, não resolvido... Entre outros “nãos” que a Vida nos insiste em estampar na cara. Amamos quantas vezes for necessário, cometemos os mesmos erros, insistimos nas mesmas verdades... Mantemos nossa essência por que o caráter é natural, ninguém muda sua estrutura. Adaptamos certos cômodos, reformamos alguns metros quadrados, mas tratamos de defender a qualquer custo nosso território. Claro, sempre...

Questão de escolha!

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Ouvi hoje junto a uma troca de olhares a frase seguinte: “A felicidade está dentro de você. E vivê-la é uma questão de escolha. Sua escolha”. O grande problema, se assim podemos chamar, é que a nossa felicidade sempre está atrelada a delírios de nosso coração, a sentimentos conseqüentemente por alguém. Não sabemos nos bastar e nesse ponto somos extremamente solidários em querer compartilhar nossas alegrias por ou com esse “alguém”. Me qualifico como intensa e inteira, pois a minha essência não sabe estipular ou estimar porcentagens de envolvimento. Ou é, ou não é, até mesmo por que a tolerância em certos casos me torna superficial, rasa. E me desestimula não ver profundidade e integração no efeito de minhas ações. Entretanto, um cuidado nem sempre é observado. Pessoas entram em nossas vidas, entramos na vida delas, e por mais correspondidos que sejamos nunca faremos idéia do real “estrago”, bem ou mal, que causamos. Portanto, as nossas escolhas sim precisam ser mais cautelosas, p...

Nas nuvens...

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  Nem presta parar para escrever quando as reflexões estão explodindo aqui dentro. Embora sejam nessas horas que se eu não falar, morro sem ar. Às vezes nem quero dizer nada... mas só de ficar aqui teclando letrinhas, formando frases e resultando em sentidos, simplesmente me faz bem. O fato é que as coisas nem sempre estão no lugar devido. Nem sempre na ordem esperada. E por que se assustar com isso? O mundo não é previsível, as pessoas são falhas e nossas atitudes um tanto quanto omissas.   Costumamos lamentar até mesmo a perda de nossos piores hábitos. Afinal, chego a questionar se não são justamente esses as nossas maiores saudades, parte essencial de nossa personalidade. Já dizia Oscar Wilde, “os presságios não existem. O destino não envia arautos. É sábio demais ou talvez cruel demais para isso”. Temos tudo e não temos nada. As amarguras e os amores pouco profundos sobrevivem. Mas os grandes amores e os grandes desgostos acabam destruídos pela sua própria exa...

Ainda há tempo...

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Vejo pessoas desistindo de viver... encontrando pretextos para serem vítimas de uma história não muito bem sucedida e fazendo delas o pior que podem ou conseguem.  Não tenho medo de envelhecer e de aprender, pelo contrário acredito que a maturidade deveria ser muito mais esperada com motivos de orgulho e prazer. É sempre muito triste se fazer refém da vida. E um dia depois do outro vejo as coisas se repetindo.  O ano começou... cheio de esperança e de vontade de ser usado para o bem e para o melhor de cada um de nós. Ele vem renovado, cheio de força, violento e sedento de realizações, felicidades, amores, alegrias... capaz de deixar o passado realmente para trás, ainda que as lembranças estejam próximas. Mas eeeeee daí?!  Sempre é tempo. Sempre há tempo.  Pode ser contraditório, mas por outro lado a vida é realmente curta, e sinceramente, eu tenho muita pressa. Pressa de ser feliz, pressa de ganhar sorrisos, pressa de ajud...

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Quando o próprio amor vacila "Eu sei que atrás desse universo de aparências, das diferenças todas, a esperança é preservada. Nas xícaras sujas de ontem o café de cada manhã é servido. Mas existe uma palavra que não suporto ouvir e dela não me conformo. Eu acredito em tudo, mas eu quero você agora!  Eu te amo pelas tuas faltas, pelo teu corpo marcado, pelas tuas cicatrizes, pelas tuas loucuras todas, minha vida. Eu amo as tuas mãos, mesmo que por causa delas eu não saiba o que fazer das minhas. Amo o teu jogo triste, as tuas roupas sujas é aqui em casa que eu lavo. Eu amo a tua alegria mesmo fora de si, eu te amo pela tua essência, até pelo que você podia ter sido, se a maré das circunstâncias não tivesse te rebanhado nas águas do equívoco. Eu te amo nas horas infernais e na vida sem tempo, quando sozinha bordo mais uma toalha de fim de semana. Eu te amo pelas crianças e futuras rugas. Te amo pelas tuas ilu...

Tropa de Elite 2

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Segue desabafo de uma amiga depois de assistir ao Tropa de Elite 2:  Faça Valer a pena!!!  VAMOS SER AS NOVAS TROPAS NAS RUAS? CONVITE A TODO CIDADÃO BRASILEIRO Assisti ao filme Tropa de Elite 02 esta semana e estou extasiada. Penso que é esta a palavra. Amo cinema e o “Tropa” é genial. Vou levar tantos quanto eu puder a vê-lo, ou induzir a assisti-lo. Permeei por todos os sentimentos enquanto o assistia: indignação, revolta e até mesmo alegria por ter somente 27 anos e poder, quem sabe de alguma forma, transmitir à minha filha e quem mais se dispuser a me ouvir, que acredito no meu País, embora muitas vezes eu me envergonhe dele! Mas quem de nós nunca teve vergonha de si mesmo, não é?! Percorri durante os 118 minutos do filme por pelo menos 10 anos de história deste País, vendo-o retratado em cada frame. Revi a morte do jornalista Tim Lopes, do prefeito Celso Daniel morto em “suposta” queima de arquivo e o menino João Hélio que a...